📋 Plano do Curso
- Raízes de funções
- Domínio e imagem
- Funções pares e ímpares
- Inversa de funções
- Crecimento e decrescimento
- Gráfico de funções lineares
- Função de custo de táxi
- Coeficientes e zeros
- Polinômios e fatoração
- Função de altura de objeto
📖 1. Raízes de funções
🔑 Key Concepts & Definitions
- Raízes ou zeros de uma função: São os valores de x para os quais a função assume o valor zero, ou seja, f(x) = 0. Essas soluções representam os pontos onde o gráfico da função intercepta o eixo x.
- Determinação das raízes para funções polinomiais e racionais: Envolve resolver equações polinomiais ou racionais, encontrando os valores de x que satisfazem f(x) = 0, usando técnicas como fatoração, fórmula de Bhaskara ou simplificação de frações.
- Interpretação geométrica das raízes: As raízes correspondem aos pontos de interseção do gráfico da função com o eixo x, sendo essenciais para compreender o comportamento gráfico e as soluções de equações associadas.
📝 Essential Points
- As raízes são fundamentais para entender o comportamento de uma função, especialmente na análise de zeros e sinais (positivo ou negativo).
- Para funções polinomiais, a determinação das raízes pode envolver fatoração ou uso da fórmula de Bhaskara, dependendo do grau do polinômio.
- Para funções racionais, as raízes são encontradas resolvendo a equação f(x) = 0, lembrando que valores que tornam o denominador zero não são raízes, mas pontos de descontinuidade.
- Geometricamente, as raízes representam os pontos onde o gráfico corta o eixo x, facilitando a visualização do comportamento da função.
💡 Key Takeaway
As raízes de uma função são os valores de x que fazem a função igual a zero, correspondendo aos pontos de interseção do gráfico com o eixo x, sendo essenciais para análise e resolução de equações.
📖 2. Domínio e imagem
🔑 Conceitos-chave & Definições
- Domínio de uma função: conjunto de todos os valores de entrada (x) para os quais a função está definida e fornece um resultado válido. Segundo Eduarda Naysinger Ebling (sem data), é o conjunto de valores que podem ser utilizados como argumento da função sem gerar indefinições ou valores não permitidos.
- Imagem de uma função: conjunto de todos os valores de saída (f(x)) que a função pode assumir, dado o seu domínio. É o conjunto de resultados possíveis ao aplicar a função aos valores do domínio.
- Determinação do domínio e imagem para funções racionais: o domínio exclui valores que tornam o denominador zero, pois a divisão por zero é indefinida. A imagem depende do intervalo de valores que a função pode atingir, considerando o domínio.
- Determinação do domínio para funções de raízes quadradas: o radicando (expressão sob a raiz) deve ser maior ou igual a zero, pois a raiz quadrada de números negativos não é definida no conjunto dos reais.
- Intervalos de positividade e negatividade: regiões do domínio onde a função assume valores positivos ou negativos. São importantes para análise de crescimento, decrescimento e comportamento do gráfico.
📝 Pontos essenciais
- Para funções polinomiais, o domínio geralmente é todo o conjunto dos números reais, a menos que haja restrições específicas (como raízes quadradas ou denominadores). A imagem pode ser determinada analisando os extremos e o comportamento assintótico.
- Para funções racionais, o domínio é definido excluindo valores que anulam o denominador (ver exemplos na lista de funções). A imagem pode ser obtida analisando limites e valores críticos.
- Para funções com raízes quadradas, o domínio é restrito às expressões que resultam em radicandos não negativos. A determinação da imagem envolve estudar o intervalo de valores possíveis da função no domínio.
- Os intervalos de positividade e negatividade são encontrados analisando o sinal da função em diferentes regiões do domínio, muitas vezes usando o método de sinais ou derivadas.
💡 Conclusão
O domínio e a imagem de uma função descrevem, respectivamente, os valores de entrada válidos e os valores de saída possíveis, sendo essenciais para compreender o comportamento e as restrições de qualquer função matemática. A determinação correta desses conjuntos é fundamental para análise e resolução de problemas.
Key takeaway: Conhecer o domínio e a imagem de uma função permite entender suas limitações e possibilidades de valores, facilitando sua análise e aplicação em diferentes contextos.
📖 3. Funções pares e ímpares
🔑 Key Concepts & Definitions
- Função par: Uma função f(x) é par se, para todo x no domínio, vale a igualdade f(−x)=f(x). Isso significa que o gráfico da função é simétrico em relação ao eixo y.
- Função ímpar: Uma função f(x) é ímpar se, para todo x no domínio, vale a igualdade f(−x)=−f(x). Isso indica que o gráfico é simétrico em relação à origem.
- Critérios para identificar funções pares e ímpares: Para verificar se uma função é par ou ímpar, substitui-se x por −x na expressão da função e analisa-se se a expressão resultante é igual à original (par) ou ao negativo da original (ímpar).
- Exemplos de funções pares: f(x)=x4−2x2+1, pois f(−x)=f(x).
- Exemplos de funções ímpares: f(x)=x3−x, pois f(−x)=−f(x).
📝 Essential Points
- A definição de função par (f(−x)=f(x)) e ímpar (f(−x)=−f(x)) permite classificar funções com base na simetria do seu gráfico.
- Para determinar se uma função é par ou ímpar, basta substituir x por −x e verificar as expressões resultantes, comparando com a original ou seu negativo.
- Nem todas as funções são pares ou ímpares; algumas podem não apresentar nenhuma dessas propriedades.
- Exemplos de funções pares incluem funções polinomiais com expoentes pares, enquanto funções ímpares geralmente envolvem expoentes ímpares ou combinações que satisfazem as condições de simetria.
💡 Key Takeaway
A classificação de funções como pares ou ímpares depende da simetria do seu gráfico, podendo ser facilmente verificada pela substituição de x por −x na expressão da função.
📖 4. Inversa de funções
🔑 Key Concepts & Definitions
- Função inversa: Para uma função f, sua inversa f−1 é uma função que desfaz a ação de f, ou seja, troca os papéis de entrada e saída de f. Formalmente, f−1(f(x))=x e f(f−1(x))=x.
- Condicional de existência (bijetividade): Uma função possui inversa se e somente se for bijetiva, ou seja, injetiva (um a um) e sobrejetiva (sobre todo o conjunto imagem). Segundo AUTHOR (data), essa condição garante que a inversa seja bem definida e única.
- Métodos para encontrar a inversa de funções lineares: Para funções lineares do tipo f(x)=ax+b (com a=0), a inversa é obtida trocando x e y na equação e resolvendo para y. Assim, a inversa de f(x)=ax+b é f−1(x)=ax−b.
- Métodos para encontrar a inversa de funções racionais: Para funções racionais, como f(x)=cx+dax+b, troca-se x por y, resolve-se a equação em relação a x, e isola-se x para obter a inversa.
📝 Essential Points
- Para determinar se uma função possui inversa, deve-se verificar sua bijetividade, ou seja, que ela seja injetiva (sem valores repetidos no domínio) e sobrejetiva (cobre todo o conjunto imagem).
- No caso de funções lineares, o método mais simples é trocar x por y na expressão original e resolver para y, obtendo assim a expressão da inversa.
- Para funções racionais, o procedimento envolve troca de variáveis e resolução algébrica, garantindo que a inversa seja uma função bem definida.
- Exemplos de funções inversas incluem:
- f(x)=3x+4⇒f−1(x)=3x−4
- f(x)=x−a1⇒f−1(x)=x1+a (com restrições de domínio)
💡 Key Takeaway
A inversa de uma função é aquela que reverte sua ação, existindo apenas se a função for bijetiva, e pode ser encontrada por troca de variáveis e resolução algébrica, especialmente em funções lineares e racionais.
📖 5. Crescimento e decrescimento
🔑 Key Concepts & Definitions
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Função crescente: Uma função f(x) é crescente em um intervalo se, para quaisquer x1<x2 nesse intervalo, temos f(x1)≤f(x2). Ou seja, o valor da função aumenta à medida que x aumenta. (Fonte: Ebling, 2023)
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Função decrescente: Uma função f(x) é decrescente em um intervalo se, para quaisquer x1<x2 nesse intervalo, temos f(x1)≥f(x2). Ou seja, o valor da função diminui à medida que x aumenta. (Fonte: Ebling, 2023)
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Determinação dos intervalos de crescimento e decrescimento: Consiste em analisar o sinal da derivada f′(x). Se f′(x)>0 em um intervalo, a função é crescente nesse intervalo; se f′(x)<0, ela é decrescente. (Fonte: Ebling, 2023)
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Relação entre coeficiente angular e crescimento/decrescimento em funções lineares: Para uma função linear f(x)=ax+b, o coeficiente a determina o crescimento ou decrescimento. Se a>0, a função é crescente; se a<0, é decrescente. (Fonte: Ebling, 2023)
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Análise de crescimento em funções quadráticas: Para funções do tipo f(x)=ax2+bx+c, o crescimento ou decrescimento depende do vértice e do sinal de a. A derivada f′(x)=2ax+b indica os intervalos de crescimento (f′(x)>0) e decrescimento (f′(x)<0). O vértice é o ponto de mudança de comportamento. (Fonte: Ebling, 2023)
📝 Essential Points
- A análise do crescimento ou decrescimento de uma função é fundamental para compreender seu comportamento gráfico e suas aplicações.
- Para funções lineares, o coeficiente angular a é decisivo na determinação do sentido do crescimento ou decrescimento.
- Em funções quadráticas, o sinal de a define se a parábola é aberta para cima (a>0) ou para baixo (a<0), influenciando os intervalos de crescimento e decrescimento.
- A derivada f′(x) é a ferramenta principal para determinar esses intervalos, pois seu sinal indica o comportamento da função.
- A identificação dos intervalos de crescimento e decrescimento é essencial para otimização, análise de gráficos e resolução de problemas reais.
💡 Key Takeaway
O crescimento ou decrescimento de uma função é determinado pelo sinal de sua derivada, sendo essencial para entender seu comportamento e aplicações práticas.
📖 6. Gráfico de funções lineares
🔑 Conceitos-Chave & Definições
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Características do gráfico de funções lineares: O gráfico de uma função linear é uma reta que pode ser identificada por sua inclinação (coeficiente angular) e seus interceptos com os eixos coordenados (intercepto y e intercepto x). Essas características determinam a orientação e a posição da reta no plano cartesiano.
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Determinação do coeficiente angular e interceptos no gráfico: O coeficiente angular (m) de uma reta é a taxa de variação de y em relação a x, indicando a inclinação da reta. O intercepto y (b) é o ponto onde a reta corta o eixo y, enquanto o intercepto x é o ponto onde ela corta o eixo x, podendo ser encontrado a partir da equação ou dos pontos dados.
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Relação entre pontos dados e a equação da reta: Dados dois pontos distintos, é possível determinar a equação da reta calculando o coeficiente angular (m) usando a variação de y sobre a variação de x, e depois encontrando o intercepto y, usando um dos pontos na equação y = mx + b.
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Interpretação geométrica do gráfico linear: O gráfico representa uma relação de proporcionalidade ou dependência linear entre as variáveis x e y. A inclinação indica como y muda em relação a x, e o intercepto y mostra o valor de y quando x é zero.
📝 Pontos Essenciais
- O gráfico de uma função linear é sempre uma reta, cuja equação pode ser escrita na forma y = mx + b, onde m é o coeficiente angular e b é o intercepto y.
- Para determinar o coeficiente angular, usa-se a fórmula m = (y₂ - y₁) / (x₂ - x₁), com dois pontos distintos da reta.
- O intercepto y é obtido substituindo x = 0 na equação da reta, ou visualmente observando o ponto onde a reta cruza o eixo y.
- O intercepto x pode ser encontrado resolvendo a equação y = 0, ou seja, o ponto onde a reta cruza o eixo x.
- A relação entre pontos e a equação permite construir a reta a partir de informações específicas, facilitando a interpretação gráfica.
💡 Conclusão
A compreensão das características do gráfico de funções lineares, incluindo coeficiente angular, interceptos e relação com pontos, é fundamental para interpretar e construir retas no plano, além de facilitar a análise de relações lineares em diversas aplicações.
📖 7. Função de custo de táxi
🔑 Conceitos e Definições-chave
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Modelagem da função custo de táxi como função linear: Representação matemática do custo total de uma corrida de táxi, considerando uma relação linear entre a distância percorrida e o custo, geralmente expressa na forma f(x) = ax + b, onde "a" é o custo variável por km e "b" é a tarifa fixa (bandeirada).
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Composição da tarifa: divisão do custo total em duas partes: a parte fixa (bandeirada), que é cobrada independentemente da distância, e a parte variável (preço por km), proporcional à distância percorrida. Segundo Eduarda Naysinger Ebling (sem data específica), essa composição é fundamental para calcular o custo de uma corrida de táxi.
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Cálculo do custo total para uma distância dada: aplicação da função linear para determinar o valor a ser pago, substituindo a quantidade de quilômetros percorridos na equação da tarifa. Exemplo: se a tarifa é R10,00debandeiradaeR 0,50 por km, para 8 km, o custo será f(8) = 10 + 0,50×8.
📝 Pontos essenciais
A modelagem do custo de táxi como função linear permite uma análise simples e prática do valor a ser pago, facilitando o cálculo para diferentes distâncias. A composição da tarifa, que inclui uma parte fixa (bandeirada) e uma variável (preço por km), reflete a estrutura comum de cobrança nesse serviço. Para calcular o custo total, basta substituir a distância na equação linear, considerando os coeficientes de tarifa fixa e variável. Exemplos práticos incluem determinar o valor de uma corrida de 8 km ou ajustar os coeficientes para diferentes tarifas.
💡 Conclusão
A função de custo de táxi, modelada como uma função linear, é uma ferramenta eficiente para calcular o valor de uma corrida, considerando a tarifa fixa e o preço por km. Essa modelagem simplifica o entendimento e o planejamento financeiro de deslocamentos urbanos.
Takeaway: A função linear que representa o custo de táxi combina uma tarifa fixa e uma variável proporcional à distância, facilitando o cálculo do valor total de uma corrida.
📖 8. Coeficientes e zeros
🔑 Key Concepts & Definitions
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Coeficiente a em funções lineares da forma f(x)=ax+b: representa a inclinação da reta, ou seja, a taxa de variação de f(x) em relação a x. Quanto maior o valor de a, mais inclinada é a reta, conforme autor (sem data) indica, relacionando-se diretamente com a inclinação do gráfico.
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Coeficiente b em funções lineares da forma f(x)=ax+b: é o intercepto ou ponto onde a reta corta o eixo y, conhecido como intercepto vertical. Ele indica o valor de f(x) quando x=0.
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Zeros de uma função linear: são os valores de x para os quais f(x)=0. Para funções lineares, os zeros podem ser determinados a partir dos coeficientes a e b usando a fórmula x=−ab, desde que a=0.
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Relação entre coeficientes e zeros: o zero da função linear é dado por x=−ab. Assim, o coeficiente a influencia a inclinação do gráfico, enquanto b influencia sua posição vertical, e juntos determinam onde a reta intercepta o eixo x.
📝 Essential Points
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A inclinação do gráfico de uma função linear é diretamente proporcional ao coeficiente a. Se a>0, a reta é crescente; se a<0, ela é decrescente (ver crescimento e decrescimento).
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Para encontrar os zeros de uma função linear f(x)=ax+b, basta resolver ax+b=0, resultando em x=−ab. Essa solução indica o ponto de interseção com o eixo x.
-
Exemplos de funções lineares com diferentes coeficientes ilustram como mudanças em a e b alteram a inclinação e a posição do gráfico, respectivamente.
-
Determinar os coeficientes a e b a partir de pontos dados ou condições específicas é fundamental para a modelagem de problemas reais, como tarifas de táxi ou trajetórias.
💡 Key Takeaway
Os coeficientes a e b definem a inclinação e a posição do gráfico de uma função linear, e os zeros podem ser facilmente encontrados usando a relação x=−ab, permitindo uma compreensão rápida da relação entre a equação e sua representação gráfica.
📖 9. Polinômios e fatoração
🔑 Key Concepts & Definitions
- Polinômio: expressão algébrica composta por uma soma de termos, onde cada termo é o produto de um coeficiente por uma variável elevada a uma potência inteira não negativa. (Fonte: Universidade Federal de Santa Maria)
- Propriedades de polinômios: incluem a adição, subtração, multiplicação e divisão de polinômios, além da determinação do grau (maior expoente da variável) e do coeficiente líder (coeficiente do termo de maior grau).
- Fatoração de polinômios: processo de decompor um polinômio em fatores que, multiplicados, resultam no polinômio original. Exemplos incluem fator comum, diferença de quadrados e trinômios.
- Fator comum: fator que pode ser extraído de todos os termos de um polinômio, simplificando sua expressão. (Fonte: Universidade Federal de Santa Maria)
- Diferença de quadrados: fatoração de expressões da forma a² - b², que se decompõem em (a + b)(a - b).
- Determinação do grau do polinômio: identificar o maior expoente da variável na expressão, importante para classificar o polinômio e analisar seu comportamento.
📝 Essential Points
- Polinômios podem ser de diferentes graus, sendo o grau do polinômio o maior expoente da variável presente na expressão.
- A fatoração é fundamental para resolver equações polinomiais, simplificar expressões e encontrar raízes.
- A fatoração por fator comum é o primeiro passo na simplificação de um polinômio, extraindo o maior fator comum de todos os termos.
- A diferença de quadrados é uma técnica rápida e eficiente para fatorar expressões do tipo a² - b², facilitando a resolução de equações e simplificações.
- Trinômios quadráticos podem ser fatorados por métodos como o método de soma e produto ou completando o quadrado.
- Exemplos de fatoração incluem:
- 4x+x2 fatorado como x(x+4) (fator comum)
- x2−36 fatorado como (x+6)(x−6) (diferença de quadrados)
- 81x4−a4 fatorado como (9x2+a2)(9x2−a2) (diferença de quadrados, depois fatorar novamente)
💡 Key Takeaway
A compreensão das propriedades e técnicas de fatoração de polinômios é essencial para resolver equações, simplificar expressões e analisar o comportamento de funções polinomiais de forma eficiente.
📖 10. Função de altura de objeto
🔑 Conceitos-chave & Definições
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Função altura h(t): expressão matemática que descreve a altura de um objeto em movimento vertical ao longo do tempo, dada por h(t) = h0 + v0t - (1/2)gt², onde h0 é a altura inicial, v0 a velocidade inicial, e g a aceleração da gravidade (normalmente 10 m/s²).
-
Parâmetros físicos:
- Altura inicial (h0): altura do objeto no instante inicial (t=0).
- Velocidade inicial (v0): velocidade com que o objeto é lançado ou iniciado o movimento vertical.
- Gravidade (g): aceleração devido à força gravitacional, que atua sobre o objeto, influenciando sua trajetória.
-
Zeros da função altura: valores de t onde h(t) = 0; representam os instantes em que o objeto toca o solo ou atinge altura zero. Sua determinação indica o tempo total de voo ou o momento de retorno ao solo.
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Altura máxima: valor máximo de h(t), que ocorre no instante em que a velocidade instantânea é zero. Pode ser calculada usando a derivada da função ou pela fórmula t = v0 / g.
-
Domínio da função altura: conjunto de valores de t para os quais h(t) está definido, geralmente t ≥ 0 (tempo após o lançamento). O gráfico de h(t) é uma parábola voltada para baixo, devido ao termo quadrático negativo.
📝 Pontos essenciais
- A equação h(t) = h0 + v0t - (1/2)gt² é uma função quadrática em t, representando uma parábola com concavidade para baixo.
- Os zeros de h(t) são encontrados resolvendo h(t) = 0, o que fornece os instantes em que o objeto atinge o solo.
- A altura máxima ocorre no ponto onde a derivada de h(t) em relação a t é zero, ou seja, v(t) = 0. Assim, o instante da altura máxima é t = v0 / g.
- O gráfico de h(t) mostra a trajetória do objeto, iniciando em h0, atingindo altura máxima, e retornando ao solo.
💡 Conclusão
A função altura h(t) permite modelar e analisar o movimento vertical de objetos em queda livre ou lançamento vertical, facilitando a determinação de pontos importantes como altura máxima, tempo de voo e pontos de contato com o solo.
📊 Tabelas de Síntese
| Conceito | Definição | Exemplos / Observações | Autor / Referência |
|---|
| Raízes de funções | Valores de x onde f(x) = 0; pontos de interseção com eixo x | Polinomiais: fatoração, Bhaskara; racionais: resolver f(x)=0 | Sem autor específico, conceito clássico |
| Domínio e imagem | Domínio: valores de entrada válidos; Imagem: valores possíveis de saída | Domínio exclui valores que anulam denominadores ou radicandos negativos | Eduarda Naysinger Ebling |
| Funções pares e ímpares | Par: simetria eixo y (f(-x)=f(x)); Ímpar: simetria origem (f(-x)=-f(x)) | Verificação substituindo x por -x na expressão | Sem autor específico |
| Inversa de funções | Função que desfaz a ação de f; existe se f for bijetiva | Troca de x e y, resolução algébrica | Autor: (sem nome específico) |
| Crescimento e decrescimento | Intervalos onde a função aumenta ou diminui | Derivadas: f'(x) > 0 (cresce), f'(x) < 0 (diminui) | Sem autor específico |
⚠️ Armadilhas e Confusões Comuns
- Confundir raízes com pontos de descontinuidade; raízes não incluem valores que anulam denominadores ou radicandos negativos.
- Assumir que toda função polinomial tem domínio total, sem restrições de radicais ou denominadores.
- Verificar incorretamente se uma função é par ou ímpar, substituindo x por -x sem simplificar corretamente.
- Confundir a existência da inversa com a sua forma; nem toda função invertível é linear ou racional simples.
- Esquecer de verificar o domínio ao calcular a inversa, especialmente para funções racionais ou radicais.
- Ignorar restrições de domínio ao determinar o gráfico de funções crescentes ou decrescentes.
- Confundir crescimento com aumento de valor absoluto, sem considerar o sinal da função.
✅ Lista de Verificação para o Exame
- Conhecer a definição de raízes ou zeros de uma função e métodos de determinação (fatoração, Bhaskara).
- Saber identificar o domínio e a imagem de funções racionais, radicais e polinomiais.
- Reconhecer funções pares e ímpares, verificando a condição f(-x)=f(x) ou f(-x)=-f(x).
- Entender o conceito de função inversa, condições de existência (bijetividade) e métodos de cálculo para funções lineares e racionais.
- Compreender o conceito de crescimento e decrescimento, utilizando derivadas para determinar intervalos de aumento ou diminuição.
- Conhecer o gráfico de funções lineares e suas características principais.
- Entender a função de custo de táxi, seus comportamentos e aplicações.
- Saber interpretar coeficientes e zeros de polinômios, além de fatoração de polinômios.
- Revisar conceitos de polinômios, incluindo grau, zeros, multiplicidades e fatoração.
- Analisar a função de altura de um objeto, suas variações e gráficos.
- Conhecer autores relevantes como Eduarda Naysinger Ebling na definição de domínio e imagem.
- Saber aplicar os conceitos de crescimento e decrescimento na análise de funções.
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