QCM : Fundamentos do Atendimento de Urgência e Emergência — 12 questions

Questions et réponses du QCM

1. O que é a história do Atendimento Pré-Hospitalar (APH) no Brasil?

A história da formação das equipes de saúde no Brasil.
A regulamentação específica de medicamentos utilizados no atendimento pré-hospitalar.
A descrição dos procedimentos médicos realizados na unidade de emergência.
A evolução e regulamentação dos serviços de assistência pré-hospitalar no país ao longo do tempo.

A evolução e regulamentação dos serviços de assistência pré-hospitalar no país ao longo do tempo.

Explication

A história do APH no Brasil é marcada por uma trajetória de crescimento, regulamentação e consolidação da assistência pré-hospitalar como componente fundamental do sistema de urgência e emergência, passando de ações informais para sistemas estruturados e regulamentados, especialmente a partir da década de 1980 com leis como a Portaria GM/MS nº 2.048/2002.

2. Em que ano foi publicada a Portaria GM/MS nº 2.048/2002, que estabeleceu diretrizes para a atuação dos serviços de Atendimento Pré-Hospitalar no Brasil?

2005
2010
1998
2002

2002

Explication

A Portaria GM/MS nº 2.048/2002 foi publicada em 2002, marcando um importante marco legal na regulamentação do Atendimento Pré-Hospitalar no Brasil, promovendo maior padronização e qualidade no serviço.

3. Qual é a principal função da estrutura física de uma unidade de urgência e emergência?

Permitir a realização de procedimentos cirúrgicos de alta complexidade dentro da unidade
Organizar o fluxo de pacientes e profissionais, facilitando o atendimento rápido e eficiente
Aumentar a capacidade de acolhimento de pacientes, independentemente da gravidade
Garantir a segurança e o conforto dos pacientes durante o atendimento

Organizar o fluxo de pacientes e profissionais, facilitando o atendimento rápido e eficiente

Explication

A principal função da estrutura física da unidade de urgência e emergência é organizar o fluxo de pacientes e profissionais, garantindo que o atendimento seja rápido, eficiente e priorizado de acordo com a gravidade, o que otimiza recursos e melhora os desfechos clínicos.

4. Quando a sala vermelha no pronto-atendimento passou a fazer parte do sistema de atendimento de urgência e emergência no Brasil?

Com a implementação do Sistema Único de Saúde (SUS) na década de 1990
Na década de 1970, com a criação dos primeiros serviços de emergência regulamentados
Após a Portaria GM/MS nº 2.048/2002, que estabeleceu diretrizes para o sistema de urgência e emergência
Na década de 1980, com o início da organização do atendimento pré-hospitalar no país

Após a Portaria GM/MS nº 2.048/2002, que estabeleceu diretrizes para o sistema de urgência e emergência

Explication

A sala vermelha passou a fazer parte do sistema de atendimento de urgência e emergência no Brasil após a Portaria GM/MS nº 2.048/2002, que estabeleceu diretrizes e regulamentações para o sistema, consolidando a estrutura e os protocolos de atendimento, incluindo a implementação da sala vermelha como área de prioridade para casos críticos.

5. Como a classificação de risco Manchester difere ou é semelhante ao sistema de cores utilizado na priorização de pacientes?

A classificação de risco Manchester é uma classificação global que não se relaciona com o uso de cores ou sinais clínicos.
A classificação de risco Manchester é um método que avalia a gravidade do paciente, mas não utiliza cores na sua aplicação.
O sistema de cores é uma ferramenta auxiliar dentro da classificação de risco Manchester, que também considera sinais clínicos e sintomas.
A classificação de risco Manchester é um sistema que emprega cores para priorizar o atendimento, sendo o vermelho, amarelo e verde utilizados para indicar diferentes níveis de gravidade.

A classificação de risco Manchester é um sistema que emprega cores para priorizar o atendimento, sendo o vermelho, amarelo e verde utilizados para indicar diferentes níveis de gravidade.

Explication

A classificação de risco Manchester é um sistema que utiliza cores (vermelho, amarelo, verde) para priorizar o atendimento de pacientes de acordo com a gravidade de sua condição, sendo essa a principal semelhança com o sistema de cores mencionado na questão.

6. Quem formulou a descrição dos vasos na região do pescoço?

Leonardo da Vinci
Hipócrates
Andreas Vesálio
Galeno

Andreas Vesálio

Explication

Andreas Vesálio foi um dos principais anatomistas que sistematizou o estudo da anatomia humana durante o Renascimento, incluindo a descrição dos vasos sanguíneos na região do pescoço. Galeno contribuiu para a anatomia antiga, mas suas descrições eram baseadas em animais. Leonardo da Vinci fez estudos anatômicos detalhados, mas não foi quem formulou a descrição oficial dos vasos na região do pescoço. Hipócrates é considerado o pai da medicina, mas não contribuiu especificamente para a anatomia vascular do pescoço.

7. Qual das seguintes condições pode causar isquemia nos membros superiores e inferiores devido à obstrução dos vasos sanguíneos?

A anemia, que reduz a quantidade de hemoglobina no sangue
A hipertensão arterial, que aumenta a resistência vascular periférica
A insuficiência renal, que causa retenção de líquidos e edema
A aterosclerose, que leva ao estreitamento e obstrução das artérias

A aterosclerose, que leva ao estreitamento e obstrução das artérias

Explication

A aterosclerose é uma condição que provoca o acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias, levando ao seu estreitamento e possível obstrução, o que pode causar isquemia nos membros devido à diminuição do fluxo sanguíneo. As outras opções, embora relacionadas a problemas cardiovasculares ou sistêmicos, não causam diretamente obstrução dos vasos sanguíneos nos membros, sendo a aterosclerose a causa mais direta de isquemia por obstrução arterial.

8. Um paciente apresenta hipotensão, taquicardia, pele fria e pálida, além de sinais de insuficiência circulatória. Após avaliação, observa-se distensão jugular e sons cardíacos abafados. Com base nesses sinais, qual o tipo de choque mais provável?

Choque cardiogênico
Choque distributivo
Choque obstrutivo
Choque hipovolêmico

Choque obstrutivo

Explication

O quadro clínico descrito, com hipotensão, distensão jugular, sinais de insuficiência circulatória e sons cardíacos abafados, é típico de um choque obstrutivo, como tamponamento cardíaco ou embolia pulmonar, onde há uma obstrução mecânica ao fluxo sanguíneo. Esses sinais indicam que há uma dificuldade no enchimento ou ejeção do coração devido à obstrução, caracterizando o choque obstrutivo.

9. Qual das seguintes características é mais típica do choque hipovolêmico?

Aumento da pressão arterial
Hipertensão arterial com bradicardia
Presença de edema periférico significativo
Hipotensão com taquicardia compensatória

Hipotensão com taquicardia compensatória

Explication

A característica mais típica do choque hipovolêmico é a hipotensão acompanhada de taquicardia compensatória, devido à tentativa do organismo de manter a perfusão com volume sanguíneo reduzido.

10. Sinais de pneumotórax, TEP e tamponamento indicam, geralmente, qual condição clínica?

Sinais de insuficiência respiratória ou circulatória grave
Sinais de infecção pulmonar
Sinais de insuficiência renal
Sinais de distúrbios neurológicos

Sinais de insuficiência respiratória ou circulatória grave

Explication

Esses sinais clínicos são indicativos de condições potencialmente fatais que comprometem a circulação ou a respiração, como pneumotórax, TEP e tamponamento cardíaco, que podem levar à insuficiência respiratória ou circulatória grave se não tratados rapidamente.

11. Qual o intervalo de pH sanguíneo considerado fisiológico e normal?

De 6,80 a 7,00
De 7,35 a 7,45
De 7,50 a 7,60
De 7,00 a 7,20

De 7,35 a 7,45

Explication

O pH sanguíneo normal varia entre 7,35 e 7,45, sendo fundamental para a homeostase do organismo. Valores abaixo indicam acidose, enquanto valores acima indicam alcalose.

12. Qual é a função dos fatores de risco do IAM na fisiopatologia da doença?

Reduzir a inflamação arterial e proteger o miocárdio
Diminuir a resistência vascular e prevenir o infarto
Melhorar a circulação coronariana e evitar obstruções
Aumentar a formação de placas ateroscleróticas e o risco de trombose

Aumentar a formação de placas ateroscleróticas e o risco de trombose

Explication

Os fatores de risco do IAM contribuem para a formação de placas ateroscleróticas instáveis, que podem romper-se e formar trombos, levando à obstrução das artérias coronárias, evento que causa o infarto do miocárdio.

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História do APH no Brasil

Evolução de ações informais para sistemas regulamentados.

Urgência — definição?

Situação que necessita atenção rápida, sem risco imediato à vida.

Emergência — definição?

Situação com risco imediato à vida ou órgãos vitais.

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